A evolução da educação especial no Brasil foi lenta. Surgem as primeiras classes especias na década de 50 com o surgimento de duas instituições não governamentais surgem , a APAE e a Sociedade Pestalozzi..
Na década de 60 leis garantem os direitos dos excepcionais, mas em 1973, com a criação do CENESP, nova segregação acontece.
A Constituição de 88 e o ECA em 1990 propõe a matricula das crianças com necessidades especiais preferencialmente em salas regulares. Com a LDB 9394/96 fica atribuída às redes de ensino o dever de atender a essas necessidades especiais.
Em 1999 o preconceito passa a ser crime. Em 2001 a negação de matrícula de criança com necessidade especia também passa a ser considerada crime.
Em 2002 surge a preocupação com a formação docente para o atendimento de crianças com necessidades especiais. Em 2006 o Brasil ratifica aConvenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU e faz da norma, parte da Legislação Nacional.

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